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| Prazo para aposentados e pensionistas ativarem conta na Caixa termina sexta-feira |
O prazo para os aposentados e pensionistas da ParanaPrevidência ativarem conta corrente na Caixa Econômica Federal termina na próxima sexta-feira, dia 16 de junho. Até agora, 90 por cento dos beneficiários já ativaram suas contas e estão recebendo as aposentadorias e pensões pela Caixa.
A ParanaPrevidência assinou convênio com a CEF no início do ano, e em março começou a transferência dos pagamentos de benefícios, antes feita por intermédio de um banco privado, para esta entidade oficial, tal como prescreve a Constituição.
A Caixa abriu conta para os 90 mil beneficiários, na agência mais próxima à residência de cada um deles, sempre que possível. Para todos foi enviada correspondência informando sobre os procedimentos para ativarem suas contas pessoais. Para facilitar a transferência, nos dois primeiros meses as agências da Caixa ficaram abertas aos sábados especialmente para atender os aposentados e pensionistas.
A data limite para a troca de banco cai na próxima sexta-feira, e a ParanaPrevidência solicita a quem ainda não ativou sua conta na CEF, que compareça à agência mais próxima da sua residência (ou da sua preferência) para regularizar a situação, até o dia 16 de junho.
No entanto, o credor de pensão alimentícia ou representante legal de pensionista ou aposentado, antes de procurar uma agência da Caixa Econômica, deve entrar em contato com a
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| Juro de empréstimos consignados na ParanaPrevidência é menor que o novo limite do INSS |
O CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social) decidiu na quarta-feira, 31 de maio, fixar um teto de 2,9% ao mês para as taxas de juros nos empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS. O novo limite é 10% menor que a média ponderada dos juros que os bancos vêm aplicando nas consignações (3,14% para 36 meses). Na ParanaPrevidência, o limite é ainda menor: os empréstimos consignados para os aposentados do governo paranaense, assim como para os servidores ativos, não podem ultrapassar 2,5% ao mês, o que corresponde a uma taxa anual de 26,8%. Este teto foi estabelecido em decreto do governo de agosto de 2005. No novo limite do INSS – que começa a valer a partir da publicação de uma instrução normativa do Ministério da Previdência, que deve sair até o final da semana, e vai vigorar inicialmente durante dois meses – o juro anual fica em 38,74%.
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Seu dinheiro
Seu dinheiro
Financeira dá casa com carro na garagem para atrair cliente
Segunda, 23 de Janeiro de 2006, 14h03
Fonte: INVERTIA
As financeiras investem em promoções para atrair clientes no período de férias, época em que o volume de empréstimos diminui, mas o número de contas a pagar já começa a acumular, com a cobrança de IPVA e IPTU e as despesas escolares.
O Banco BGN, na rua São Bento, sorteia um sobrado com carro na garagem aos que fizerem empréstimo. A promoção é válida para aposentados do INSS e servidores públicos que optem pelo crédito com desconto em folha. Os juros variam de 2% a 4% ao mês. Quem pega quantias acima de R$ 5 mil no crédito consignado ganha um DVD de brinde.
A Losango, que pertence ao HSBC e também tem uma unidade na rua São Bento, sorteia micro systems. Na hora que fecha o empréstimo o cliente já preenche o cupom. Segundo o presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimentos (Acrefi), Ércio Sodré, nessa época do ano, "a disputa é a tapa" no setor.
Sodré explica que "neste período de férias, há uma queda normal, por isso surgem mais promoções".
A Finasa, do Bradesco, aceita o pagamento da primeira parcela só depois do Carnaval - o seguro-desemprego e o seguro de vida saem de graça. A Finivest ampliou o prazo para o pagamento da primeira parcela de 30 para 40 dias. A Taií, do Itaú, e a BV Financeira ampliaram o prazo de 30 para 45 dias.
"Mais importante que o empréstimo é se questionar se o empréstimo é necessário, se os juros são atrativos e e a prestação cabe no bolso", alerta a advogada do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Lumena Santos, em entrevista ao jornal Diário de São Paulo.
INSS deve contratar mil servidores devido a horário ampliado
Com a ampliação do horário de atendimento das agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o Ministério da Previdência Social pretende contratar mil servidores. Segundo o presidente do INSS, Valdir Moysés Simão, a extensão de quatro horas no horário das agências é um "esforço para eliminar as filas nas agências".
Simão afirmou que 450 servidores já foram nomeados no ano passado e que outras medidas, como investimentos em tecnologia, serão implementadas em até 90 dias. "Estamos falando em substituição de computadores, reforço da infra-estrutura tecnológica da previdência, aperfeiçoamento do nosso call center de forma que as pessoas por telefone possam obter informações sobre o acesso aos benefícios e questões previdenciárias e contratação de novos servidores", pontuou.
O presidente do INSS informou ainda que haverá contratação de novos peritos médicos, o que vai "estender a agenda de atendimento". O presidente do INSS disse também que nem todas as agências serão obrigadas a atender das 8 às 18 horas. "As agências, que não têm condições técnicas ou recursos humanos, podem ter um horário alternativo."
Na avaliação do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social (Sindprev), o novo horário não vai beneficiar os segurados. Uma das diretoras do Sindprev Neli Braga, disse nesta terça-feira que, devido ao quadro reduzido de servidores, o tempo de liberação de benefícios passará de 15 a 20 dias para meses.
De acordo com ela, a ampliação do horário obriga os funcionários do INSS a ficar mais tempo em contato com o público do que nas atividades de encaminhamento processual, feito internamente. Assim, os pedidos são recebidos, mas as respostas demoram mais. O Sindprev estima que o déficit de servidores no INSS é de 20 mil funcionários.
"Por conta das demissões voluntárias e aposentadorias, houve uma redução grande no quadro de funcionários do INSS", afirmou Neli Braga. "Não somos contra a abertura dos postos durante o dia inteiro. Mas, para isso, é preciso aumentar o número de funcionários. Sem aumento de salário, a carga horária dos servidores deve ser mantida em 30 horas."
Agência Brasil
crédito pessoal
Crédito pessoal é um empréstimo em que os recursos são colocados à disposição do devedor, que os utiliza livremente. Em geral é creditado na conta corrente ou através de cheque nominativo.
As principais características de um crédito pessoal são:
Onde obter: Bancos, Financeiras, Cooperativas de crédito Requisitos: cadastro aprovado e garantias ( avalista e/ou outras )
Prazo: geralmente entre 1 a 24 meses; o pagamento poderá ser em parcela única ou parcelado com amortizações mensais
Taxas: além do IOF, normalmente são cobradas TAC e Taxa de Cadastro
Finalidades
Indicado para:
Necessidades que não sejam para aquisição de bens ou serviços - neste caso há outras alternativas mais adequadas e baratas
Renegociação ou consolidação de dívidas, utilizando a possibilidade de aumentar prazos e/ou oferecer garantias para obter redução de custo
Substituição ou quitação de outras dívidas mais onerosas, por exemplo o cheque especial e cartão de crédito
Como Funciona
Normalmente é solicitado / contratado na agência com o gerente do banco, financeira ou cooperativa de crédito
Há bancos que tem limites pré aprovados por cliente, para esta modalidade. Neste caso, assinado o contrato respectivo, pode ser utilizado através da Internet, telefone, caixa automático, ou outros meios colocados à disposição pelo respectivo banco.
Os pagamentos são debitados na conta corrente ou pagos através de boleto bancário
Os atrasos nos pagamentos estão sujeitos a juros de mora, 1% ao mês e multa de 2% sobre o valor em atraso.
Em geral, no caso de pagamento parcelado, as prestações são iguais e mensais
Há possibilidade de fazer amortização antecipada, negociando o valor com o gerente
Veja as simulações:
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1- Impacto da taxa de juros no valor das prestações mensais
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valor das prestações (com IOF financiado)
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juros pagos |
3% ao mês |
101,33
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1.215,96 |
215,96 |
5% ao mês |
113,83
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1.365,96 |
365,96 |
7% ao mês |
127,06
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1.524,72 |
524,72 |
10% ao mês |
148,17
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1.778,04 |
778,04 |
12% ao mês |
163,03
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1.956,36 |
956,36 |
15% ao mês |
186,37
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2.236,44 |
1.236,44 |
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2- Impacto do prazo no valor das prestações mensais
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valor do empréstimo |
1.000,00 |
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taxa de juros |
7% ao mês |
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prazo |
valor das prestações (com IOF financiado)
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total pago |
juros pagos |
3 meses |
382,03
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1.146,09 |
146,09 |
6 meses |
210,77
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1.264,62 |
264,62 |
9 meses |
154,54
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1.390,86 |
390,86 |
12 meses |
127,06
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1.524,72 |
524,72 |
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Cuidados ao contratar um crédito pessoal
Leia o contrato antes de assinar, especialmente no caso do "crédito rápido e fácil" das Financeiras
Pesquise taxas, informe-se das alternativas de redução das taxas: prazos menores, garantias, etc.
Informe-se sobre as tarifas cobradas: cadastro, renovação de cadastro, etc; analise o valor da tarifa e como ela é cobrada
Se você tem recursos aplicados prefira resgatá-los pois a diferença entre os juros que vai pagar no empréstimo e os que vai receber na aplicação é muito grande.
Produtos alternativos / substitutivos
Se os recursos se destinarem a compra de bens, utilize o Leasing ou o CDC, se for para serviços, use o CDC. São produtos mais baratos e com prazos maiores
Analise outras alternativas:
- Antecipação do 13º salário ou férias com seu empregador
- Antecipação da restituição do Imposto de Renda anual
- Crédito pessoal com desconto em folha
- Cheque pré datado
- Cartão de crédito parcelado sem juros
Importante:
Quando estiver pensando em entrar numa dívida, pense também em como sairá dela. Analise seu orçamento e certifique-se que a dívida cabe nele.
Reforma da Previdência: causa e efeitos
Desembargador Munir Karam
O déficit da previdência funcional continua constante e já se duvida dos efeitos positivos que se esperava da última reforma. É importante porém se ressaltar que a União arrecada mais de 207 bilhões de reais com as diversas contribuições de seguridade social, sendo todavia aprovada norma que permite ao governo federal Desvincular da Receita da União 40 bilhões destes recursos para outras finalidades.
O Estado do Paraná, para pagamento de inativos e pensionistas, despende uma verba mensal de aproximadamente 95 milhões, enquanto arrecada apenas 25 milhões. Há um déficit mensal de 70 milhões.
A Emenda Complementar nº 41, pretendia alcançar os seguintes objetivos: (a) acabar com o regime da equiparação e da integralidade de proventos e pensões, (b) elevar a alíquota de contribuição, (c) alterar o teto e (d) taxar inativos e pensionistas. Apesar disto ficou aquém do que se pretendia.
Além de não resolver as causas do desequilíbrio, manteve o velho sistema de repartição solidária, ao fixar a alíquota de contribuição e o valor máximo dos proventos, perdendo a oportunidade de criar um sistema moderno de previdência capitalizada.
O que se arrecada com os atuais contribuinte não basta para pagar os benefícios dos contribuintes de ontem. Tínhamos antigamente oito servidores contribuindo para cobrir um benefício. Hoje o sistema mal conta com dois para um! Para cem servidores ativos estamos com 50 inativos.
Até quando poderemos sustentar uma previdência sem que se lhe dê base atuarial que demonstre, matematicamente, a necessidade de aporte de recursos, fazendo com que seu custeio seja algo efetivo e não apenas a mera vontade do administrador, uma ficção contábil ou jurídica?
É importante ter-se em vista que a previdência é uma obrigação social do Estado para com seus servidores, que não pode ser postergada. Não parece pois indicado que o sistema venha se equilibrar apenas pela redução dos benefícios, ou pelo aumento das contribuições.
O que se impunha era abandonar o sistema de repartição socialmente injusto e concentrador de rendas. É um sistema baseado na solidariedade: o dinheiro das contribuições não rende nada, não é capitalizado. Ele entra no caixa e é imediatamente dividido para pagar uma parte da conta dos aposentados e pensionistas, porque a parte maior é coberta com os recursos do Tesouro.
O Estado do Paraná implantou um modelo que fosse substituindo gradativamente o sistema de repartição, solidário, pelo sistema de capitalização individual, baseado em fundos de pensão.
Como, porém, passar de um modelo velho, viciado e agonizante, para um modelo novo, capaz de criar poupança interna para o desenvolvimento, novos empregos e melhores salários, tudo aquilo que possa concorrer para o desenvolvimento do nosso país?
A proposta aprovada foi a de um sistema misto. O Estado do Paraná, pela Lei nº 12.398, criou dois fundos: Fundo Financeiro e Fundo Previdenciário.
O Fundo Financeiro continua atrelado ao velho sistema de repartição, sendo subsidiado pelos recursos do erário estadual. É uma conta cujo valor bruto ultrapassa setenta milhões mensais. Este fundo paga aposentadorias e pensões concedidas até a data da promulgação da lei, bem como pagará benefícios aos atuais servidores que, naquela mesma data, contassem com mais de 50 anos de idade, se do sexo masculino, e 45 anos, se do feminino. E assim se fez porque o tempo de contribuição destes servidores será mais curto.
Caberá ao Fundo de Previdência cobrir as aposentadorias dos servidores públicos que, à época da promulgação da Lei nº 12.398/98 tivessem idade inferior à faixa anteriormente citada.
A administradora destes Fundos é a Paranaprevidência. Mas a entidade com eles não se confunde. E a falta de percepção desta distinção tem levado a vários equívocos conceituais, com interpretações que tendem a desfigurar a finalidade para a qual a Paranaprevidência foi criada.
O Estado do Paraná e a ParanaPrevidência celebraram contrato de gestão, por prazo determinado, objeto de sucessivas renovações. As relações são contingentes, fazendo-se os acertos necessários.
O Governo Estadual assumiu a atitude corajosa de capitalizar o Fundo Previdenciário, pelo aporte de vários imóveis bem como a antecipação dos royalties de Itaipu. Embora de criação recente, estes ativos – gerenciados pela ParanaPrevidência - ao final de 2004, totalizavam mais de três bilhões e trezentos milhões de reais. Os recursos do Fundo encontram-se alocados no mercado financeiro, consoante as normas que regem a espécie.
Estão sendo concedidas pelo Fundo de Previdência, até o final de março de 2005, 4.899 aposentadorias e 2.141 pensões, no total de 7.040 benefícios, que ultrapassam o valor de R$ 10 milhões mensais. O valor médio dos benefícios é de R$ 1.364,00, ou 8,2% do total de pagamentos.
A administração dos fundos exige cuidados de recém-nascido. Há o acompanhamento permanente de uma auditoria interna, o controle interno do Tribunal de Contas e a atuação constante do atuário, verificando o cumprimento das metas e da nota técnica.
A ParanaPrevidência é gerida por três órgãos: Conselho de Administração, Conselho Diretor e Conselho Fiscal.
Mas este modelo não foi acolhido na reforma da previdência. Resta porém um consolo. A ParanaPrevidência tem estrutura e recursos para manter a paridade, embora sem isonomia, de modo que o Governador Roberto Requião, pelo menos por enquanto, vem descartando a idéia de criar um regime complementar.
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